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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

o turco


novo encantamento literário: o turco Orhan Pamuk. E que turco. Pamuk tem na estante e no bolso nada menos do que um Prêmio Nobel (2006) e o Dublin Literary Award (2003). A Academia Sueca justificou os méritos do autor com a seguinte frase: "Em busca da alma melancólica da sua cidade natal, Pamuk encontrou novos símbolos para retratar o choque e o cruzamento de culturas".


Parece que ele tem alguns belos títulos como O livro negro, O meu nome é vermelho e o best-seller Neve. Resolvi começar por Istambul - cidade e memória e estou sendo positivamente supreendida. Meu lado jornalista adora a combinação de fantasia e realidade que alguns autores fazem tão bem. Além disso, o livro permite uma verdadeira viagem à Turquia, um dos países que gostaria muito de conhecer.


E vocês, caros amigos, já leram algum romance do Pamuk?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

o que eu gosto

"What he liked about these books was their sense of plenitude and economy. In the good mystery there is nothing wasted, no sentence, no word that is not significant. And even if it is not significant, it has the potential to be so - which amounts to the same thing."
The New York Trilogy, Paul Auster, 1985.
Só porque falaram mal dele. E porque nesta semana, ganhamos um ótimo mystery.
Bom final de semana.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Conde Drácula


Em 18 de maio de 1897, foi publicado o hoje famoso Drácula, do irlandês Bram Stoker. Um dos mais conhecidos vampiros da cultura ocidental, Drácula caiu em domínio público e desde então habita filmes, revistas, desenhos e tantas outras narrativas populares.

Conde Drácula (cujo primeiro nome nunca é revelado no livro) é um vampiro centenário e um nobre da Transilvânia, com direito a castelo. Ao contrário dos vampiros folclóricos da Europa Ocidental, Drácula não é uma figura repulsiva - ostenta um charme digno dos nobres, o que apenas disfarça sua maldade.

O romance foi atribuído a muitos gêneros literários incluindo literatura de vampiros, ficção de terror e novela gótica. Na verdade trata-se de um romance epistolar, cuja narrativa é toda contada através de registros em um diário e cartas escritos por diferentes narradores que são, também, os personagens principais.

Ainda que Drácula seja um personagem fictício, ele mantém vínculo com algumas referências históricas. Tais referências são motivo de muitos debates acerca do quanto Stoker de fato conhecia os supostos fatos. O romance foi adaptado inúmeras vezes, principalmente para o cinema e teatro.

Com a palavra, o dentuço:

"Welcome to my house! Enter freely. Go safely, and leave something of the happiness you bring! ... I am Dracula; and I bid you welcome"